
Meu eu feminino
é concha entreaberta.
é concha entreaberta.
Ninho de possibilidades
onde se interpõem lépidas
promessas.
Meu eu feminino
transpõe animus...
transpõe animus...
tem pressa!
Arte: Autoria desconhecida (Google Imagens).

Poetas se apaixonam...
Nada há de estranho nisso!
- Que dirá, pobre mortal, consigo?!
A palavra desce quente garganta ao umbigo.
[cá entre nós...]
também faz parte do ofício!...
(FERNANDES, in: Estranheza, 04 nov. 2008).
"O sonhador, em seu devaneio, não consegue sonhar diante de um espelho que não seja profundo."(Gaston Bachelard)