
O caminho é verdejante.
Onde alastra sangue, flor semeia.
Brancas. Azuis. Vermelhas...
Flores para luzir candeias,
guiar a cegueira que, no mundo,
vagueia.
Texto escrito a partir da leitura de A rosa de Gaza de Georges Bourdoukan.

O caminho é verdejante.
Onde alastra sangue, flor semeia.
Brancas. Azuis. Vermelhas...
Flores para luzir candeias,
guiar a cegueira que, no mundo,
vagueia.
Texto escrito a partir da leitura de A rosa de Gaza de Georges Bourdoukan.

Um alienígena, após longo período de expedição,
pergunta à esposa:
— Querida, como está o Planeta?
A mulher, com a face desbotada, responde ao marido:
“Nada mudou em Marte,
exceto, a cor!...”
Arte: Alice Prina: mundança em cores.
"O sonhador, em seu devaneio, não consegue sonhar diante de um espelho que não seja profundo."(Gaston Bachelard)